Primeiramente alguns avisos, gostaria de pedir LIK+FAV. Se eu apagar não se preocupe, eu irei repostar, provavelmente terei tomado Strike, apesar de que a Bethesda não é tão fresca assim. Irei seguir a ordem cronológica de lançamento, apesar de que alguns games mais recentes se passam antes de outros, mas vou tentar deixar tudo bem esclarecido, pois essa saga tem uma história extremamente complicada e vamos lá.
The Elder Scrolls:Online-1 e 2 pra download
Além destes jogos, foram adicionados outros que,
não sendo RPG's para computador, têm o mesmo universo do jogo:
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An Elder Scrolls Legend: Battlespire (1997)
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The Elder Scrolls Adventures:
Redguard (1998)
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The Elder Scrolls Travels:
Dawnstar (2003)
§
The Elder Scrolls Travels:
Stormhold (2004)
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The Elder Scrolls Travels:
Shadowkey (2004)
§
The Elder Scrolls: Oblivion
Mobile (2006)(Considerados Spin-Off pela própria Bethesda)
Alguns itens que envolvem todos os games da saga
falarei agora, ou no final, após Skyrim, pois são dados válidos para todos os
games. Basicamente a saga se passa no “Reino de Tamriel” e tem uma história tão
complexa quanto a nossa que conhecemos, o que torna esses games fodas pra
caralho fazendo a gente começar a acreditar nessa porra mesmo cara, tive tanta
dificuldade em entendê-la quanto tenho em aprender história e geografia na
escola. Claro que há algumas contradições devido a nenhuma história ser
perfeita, como por exemplo: A cidade de Riverwood aparece em Cyrodill
praticamente em todos os games, mas no 5º ela se encontra em Skyrim. São coisas
bem básicas mesmo, então vamos pra análise do primeiro game: The Elder Scrolls:
Arena.
The Elder
Scrolls:Arena
Produzido pela Bethesda Softworks que na época
ainda não era nada, foi lançado em 1994 e é o primeiro de muitos games da saga
The Elder Scrolls.
A história
do game é bem simples, porque como sempre falo nessa época história ainda não
era a coisa mais importante em um game, porém ela se torna mais complicada no
decorrer do game pelo fato de ele ser um RPG. A história é contada em apenas 10
main quests que são até básicas porém já era alguma coisa em 1994. Você começa
perdido e tem que percorrer o “Reino de Tamriel”, que é gigantesco, mas claro
que está desproporcional ao que é considerado hoje. O seu grande objetivo é
conseguir o “Staff of Chaos” para poder resgatar o verdadeiro imperador e
restaurar o império. Tudo isso porque o Imperador Uriel Septim VII é traído por
um BattleMage Imperial chamado de Jagar Tharn e aprisionado pelo mesmo em um
outro reino.
A jogabilidade
do game é de um tipo que não me agrada pois ela não utiliza o WASD para se
movimentar e sim os cantos da tela, vc leva seu mouse até lá e vai aparecer a
ação a se fazer, então esse game pode ser considerado um Point-n’-Click. Mas
não é isso que importa. Então o game é um RPG então tem crafting de itens, livros relativamente com conteúdo,
entre outros itens comuns em RPG’s. Esse game revolucionou pelo fato de que ele
foi um dos pioneiro em conter classes, raças e atributos, de uma forma
funcional que realmente alterasse no dercorrer do jogo. Basicamente quando você
escolhe a sua província, você automaticamente escolheria sua Classe. As classes
e suas províncias correspondentes eram: Black Marsh/Argonian (Lagartixa) Elsweyr/Khajiit (Gatos insuportáveis) Hammerfell/RedGuard HighRock/Bretão
Morrowind/Dark
Elfo Skyrim/Nórdico Summurest Isle/High Elfo
Valenwood/Wood Elfo
E isso influenciava em quais atributos você teria
já de início, sua especialidade e sua maior dificuldade. Nesse game você começa
com alguns pontos adicionais pra colocar em qual atributo achar melhor. Tinha
também customização de Caractere, que é bem podrão mesmo, só dava pra mudar o
cabelo e a cor da pele e só. Além das 10 main quest haviam 7 tipos de quest
alternativas, se tratavam basicamente em escoltar alguém, matar, defender,
capturar, resgatar, ou levar uma “encomenda” de um lugar pra outro.
Os gráficos misturam
elementos 2D e 3D, pq tipo os cenários eram em 3D, mas os inimigos, os NPCs, as
árvores e etc, são em 2D e “giravam” pra vc de acordo com o ponto de vista que
você olhava pra tal objeto.
O áudio
do game é extremamente simples e os barulhos dos monstros são repetitivos e
irritantes. A trilha sonora do Game é inexistente, literalmente não há trilha
sonora.
Seguindo a lógica chegamos agora em: The Elder Scrolls II:DaggerFall
Lançado em 1996 o game não apresentou grande
evolução em relação ao game anterior, porém agora a Bethesda, que ainda
produzia o jogo estava dando mais atenção para a saga pois após o sucesso do
primeiro game, ela conseguiu enxergar um grande futuro nesse RPG.
O game ainda se passava no Continente de Tamriel,
que agora era chamado de continente, finalmente eles notarão que essa parada
era grande demais pra ser apenas um Reino. Nesse game diferente do primeiro,
você podia transitar em apenas 2 das províncias contidas nesse continente: High
Rock e HammerFell. A então quer dizer que o mapa tá menor que o game anterior?
pq lá podia transitar no Reino inteiro. Claro que não, muito pelo contrário,
esse game tava muito maior com cerca de 161k Kilômetros Quadrados Reais, claro
que tinha a parte Pre-Setada e o restante era gerado automaticamente, possuía
muitas cidades e mais de 15k dungeons geradas automaticamente.
A história
do game tava mais complexa, e uma prova disso é que ela apresentava 6 finais, o
que era algo inovador pra época, e o melhor de tudo é que nossas escolhas
influenciavam demais sobre nossa índole e sobre nosso final. Basicamente você
começa em DaggerFall, uma cidade situada na província de High Rock, você tá lá
a pedido do imperador que tem dois trabalhos pra você, primeiro: Ele quer que
você liberte a alma de um falecido rei Laysandus. E em segundo lugar ele quer
que você recupere uma carta da mãe desse rei que você deve libertar que indica
onde está a Mandella, e o que esse bagulho faz? Cara, falar isso é dar Spoiler
demais, porém jah vou falando que: os seis finais se baseiam em quem vc vai dar
ou utilizar essa Mandella, portanto escolha com sabedoria, pq apesar de ser o
final do game, isso ainda vai influenciar em seu futuro.
A jogabilidade
do game agora flui melhor é um game onde as coisas acontecem mais
freneticamente que o anterior, até pq com um mapa desse tamanho não podia
continuar com aquela lerdeza. Algo que o game manteve pra todos os TES foi
alguns sistemas, que não citei no primeiro game pra que a análise não ficasse
só naquele jogo. Os games apresentam um sistema de Rest(Explica o que é REST),
sistema de descanso(Explica o que é DESCANSO), sistema de LV. Up obrigatório
para todo RPG, sitemas de Forja, empregos e guildas(esses dois últimos falarei
mais no último game pois nele está mais aperfeiçoado). Entre outros esquemas
que falarei mais a frente em outros games.
Os gráficos
do game melhoram bastante, ainda misturava elementos 2Ds com 3Ds porém os
monstros e NPC’s estavam muito mais bem detalhados, e agora a visão tava muito
mais limpa, sem aqueles menus na frente.
O áudio
do game continuava simples, porém agora a trilha sonora do game era presente,
eles foram criticados por isso e criaram vergonha na cara, a trilha era
simples, nada memorável mas jah era um começo.
Sei que já falei inúmeras vezes nessa análise que a
sag TES foi uma que revolucionou bastante porém nenhum outro game da mesma,
revolucionou tanto quanto The Elder
Scrolls III:Morrowind certas pessoas até hoje consideram melhor que Skyrim
e Oblivion que são seus sucessores. Ele revolucionou não somente pra saga
quanto para a indústria dos games, pois trazia muitas novidades. Foi lançado em
2002 pra PC e Xbox, contava com duas expansões:
Tribunal, lançada no mesmo ano, esse é o motivo pra fãs dizerem que Morrowind é
o melhor, essa expansão acrescentava tanta coisas que parecia outro jogo, entre
esse itens, tinham novas armas, armaduras, quests, mapas e até uma nova
história. A segunda expansão é Bloodmoon, lançada em 2003, era tão completa
quanto, Tribunal, adicionava mais coisas ainda para o game dentre os itens que
citei em tribunal.
A história
do game se passa na Ilha de Vvardenfell, um distrito na
província de Dunmeri, em Morrowind, e é uma história relativamente complexa, tanto é que
se estende por mais dois games, Oblivion e Skyrim. Lembra que falei na análise
do DaggerFall, que era bom você escolher um dos finais com muita sabedoria pq
ia influenciar no seu futuro? Então agora, você “diria” ao game qual final você
escolheu, e essa sua escolha jah ia mudar o curso da sua história desde o
início do game. A história começa com a figura do imperador Uriel Septim VII,
te eviando para Morrowind para completar uma profecia e se tornar a encarnação
de um herói há muito tempo morto. Você fica nas mãos de um servo do imperador
na região, após o acontecimento relacionado a um barco(sem mais Spoilers). Ele
te manda em várias missões, nas quais você descobre evidências de que o
imperador acredita que você é o “Incarnate”, a incarnação do antigo herói
Nerevar, e também que a Sixth House e Dagoth Ur estão por trás de uma neblina
supernatural, a blight, que pretende
destruir toda a vida em Morrowind.
A jogabilidade do game foi mantida com algumas pequenas grandes
modificações, o mapa agora era de tamanho fixo, ou seja, bem menor que o dos
games anteriores que eram gerados automaticamente, a Bethesda, o sistema de
classes foi ampliado e melhorado agora você tem cerca de 21 classes, cada uma
com suas habilidades majoritárias e minoritárias das quais você deveria dar
mais ou menos prioridade respectivamente. O sistema de guilda também foi
ampliado mas vou deixar esse assunto para o último game como já falei. O
sistema de combate agora era considerado perfeito e tinha uma gigantesca
variedade de armas e etc.
O gráfico, era somente em 3D. E foi bastante elogiado pelo fato de
que tinha tudo pra época, detalhes, texturas, modelagem, iluminação desing das
armas armadura e até a arquitetura que faz grande referência a realidade, em
relação a época em que o game se passa.
O áudio do game estava simplesmente épico, o barulho dos monstros e
personagens eram variados, a trilha sonora apresentava ótima composição em
ótimas situações, resumindo esse game é ótimo.
The Elder Scrolls IV:Oblivion
O game começou a ser
desenvolvido, ainda pela Bethesda, logo após o lançamento de Morrowind, cerca
de 1 mês e meio de descanso e já começaram a produzir outro game, este, que foi
lançado em 2006 para PC, 360 e PS3, ou seja, 4 anos dedicados a um só jogo,
então é de se esperar muita coisa, certo?
Esse game contava com uma
expansão e um plugin considerado pela Bethesda Plugin, mas por fãs uma expansão
pelo fato de acrescentar e corrigira várias coisas. Mas então o plugin jah foi
lançado em 2006, ano do lançamento, e como jah falei veio tanto pra corrigir
bugs, quanto para acrescentar coisas, esse se chamava Knight of the Nine. A
expansão oficial, se chamava Shivering Isles, essa prometia acrescentar mais de
30 horas de games, não posso vos comprovar isso pois não joguei muito dela,
porém lendo comentários sobre ela, descobri que pode ultrapassar essa
quantidade de tempo de entretenimento, ela foi lançada em 2007 e trazia um jogo
praticamente novo, uma nova história com novos itens com novo mapa, com novo
tudo.
O game se passa somente na
província de Cyrodill, onde está contida a Imperial City, ou seja, a “capital”
do reino de Tamriel. A história é basicamente a seguinte: depois do misterioso
assassinato do Imperador, Uriel Septim VII, o trono de Tamriel permanece vazio.
Com o Império à beira do desmoronamento, os portais de Oblivion são abertos, e
Daedras marcham sobre o solo de Tamriel - deixando um rastro de destruição por
onde passam. Para lutar contra esse mal, o jogador deve achar o herdeiro
perdido para o trono e esclarecer a sinistra conspiração que ameaça destruir
toda Tamriel. Como sei que quem não jogou o game não vai entender o que é o
Oblivion, eu explico: Ele é basicamente um mundo paralelo, que me lembra muito
a retratação do inferno que temos em nossa cultura, é o nosso mundo só que
quando você atravessa o portal tem o mesmo mundo de uma forma similar só que
totalmente destruído, os castelos as ruínas e tudo pegando fogo, nas primeiras
quest um de seus objetivo será passar por um portal e busca um Rei Daedra que
são mais ou menos os reis desses infernos, esse portais, quando de main quests,
são abertos em locais específicos, porém será relativamente fácil você
encontrar um caso sai andando sem rumo em meio as florestas, esse aleatórios
você entra se quiser e mata geral se quiser.
A jogabilidade do game não foi muito alterada, só foram acrescentada
novas classes, itens armas, guildas e etc. Oblivion
tem um estilo muito “livre” de jogo. A quest principal pode ser adiada ou
ignorada enquanto o jogador explora o enorme mundo, que consiste de
aproximadamente 40 quilômetros quadrados, completando mais de 200 quests
secundárias, interagindo com NPCs e desenvolvendo o personagem de acordo com
seu próprio gosto. Muitos dos inimigos, quests, e tesouros se tornam mais
difíceis cada vez que o jogador sobe de level. Porém, o nível de dificuldade
pode ser ajustado. Agora prestem atenção porque vou dar uma dica válida
para 3 games: Morrowind, Oblivion e Skyrim, pq só pra esses? Porque eles tem um
sistema de guilda única, e resolvi falar em Oblivion pq foi nele que eu
desenvolvi esse método de burlar o jogo. Essa é uma forma legal, porém demorada
de enriquecer dentro dos games consiste basicamente em: Vamos supor que você é
um guerreriro, então alie-se a guilda dos guerreiros permanentemente, porém
você deve se aliar também a guildas que não são de vosso interesse, como guilda
dos magos, ladrões assasinos e etc. Porque? Para que você possa pegar qualquer
item sem ter culpa. Eu por exemplo, entrei na guilda dos magos que é a que
contém mais dinheiro envolvida, esvaziei
minha mochila, “roubei” todos os livros, potions, comida, itens, bastões
de magia, roupas, enfim, tudo. Depois vendi pra um único vendedor/comprador, e
porque que eu vendi só pra um único, pq nesses games agora tinha um sistema de
afinidade, quanto mais você puxava o saco de alguém, mais chaces você tinha de
se tornar amigo dessa pessoa, conseguir favores, ou comprar coisas mais baratas
com ela. E como em cada cidade tinha uma “central” de guilda então da pra ficar
rico fácil fácil no game. E o que fazer com tanto dinheiro? Simples, o game
também continha um sistema de venda de casa, basicamente uma em cada cidade,
pra conseguir algumas, bastava pagar outras tinha que ter afinidade com o “rei”
da cidade e outras tinha que fazer favores, quest pra ser mais preciso. Outras
você compra a casa, e faz as quest depois que foi o meucaso, fui lá
inocentemente achei uma verdadeira mansão baratíssima nem me importei em saber
o porque, quando comprei que fui pra lá dormir, tranquilo, porém quando acordei
tinha 20 fastama fucking fantasmagórico, e começaram a me bater até eu morrer,
depois fui perguntar pro cara que me
vendeu a casa o porque dos fantasmas ele me disse que no porão tinha um portal
pra inferno. PORRA! Tu só vem me falar agora seu filha da puta. Aff mas então
só acrescentar aqui pra fechar esse game, a física do game estava muito boa,
tipo a fecha sofria alteração pelo vento e pela gravidade.
Os gráficos tiveram poucas alterações mas mesmo assim era muito bonito
pra época pois contava com novas engines que simulavam muito bem folhagens e
líquidos.
O áudio do game manteve-se épico, as trilhas sonoras tão muito boas e
o barulho das armas armaduras e dublagem tão execelente
The Elder Scrolls V:Skyrim
Lançado em 11/11/11 também
pela Bethesda, é o mais recente The Elder Scrolls esse game não continha patchs
ou expansões oficiais, apesar de que recentemente recebeu um UPDATE que
acrescentava combate montado, que por sinal é horrível, ente outras putarias.
Esse game apesar de não ter MODS oficiais, levou aos fãs a Engine do Game, ou
seja, qualquer um podia se tornar um criador de mods pra esse jogo. A alguns
que se destacaram tanto que a Bethesda contratou os desenvolvedores, e agora os
Mothefuckers estão trabalhando no próximo game da saga.
A história do game se passa duzentos anos depois dos acontecimentos
de Oblivion, na província de Skyrim, no norte de Tamriel. A
província da início a uma guerra civil após a morte de um de seus reis.
Paralelamente, o deus Alduin (Conhecido como "Devorador de mundos”) assume
a forma de um enorme dragão, que surgiu para destruir o mundo. O personagem principal,
no caso, nós;"Dovahkiin"”DragonBorn”(que traduzido significa Nascidos
do Dragão), deve derrotar o dragão Alduin para salvar Skyrim da destruição.
No quesito jogabilidade não vou mais falar do
sistema de guilda, pois falei acidentalmente em Oblivion. O game contava agora
com um sistema de Companion, basicamente você pode contratar, convocar, chamar,
pagar, enfim, de alguma formar trazer alguma pessoa pra acompanhar você em sua
jornada, essa pessoa vai atacar quem você atacar e vai fazer o que você mandar,
porém em alguns casos, por exemplo Aela(uma das companions) ela se recusa a roubar
qualquer coisa que você mandar, porém com o resto, faz tudo mermo. Você pode
legalmente ter somente um companion, porém a uma forma bem fácil de você ter
várias pessoas em sua party. Basicamente pra bugar isso, faça o seguinte,
quando você tiver que acompanhar alguma pessoa até a algum lugar, simplesmente
não leve ela até lá, claro que se a pessoa não lutar, ou for de Main Quest você
vai ter que se livrar dela de alguma forma.







