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quinta-feira, 31 de maio de 2012

[Saga]The Elder Scrolls-GamerReview



Primeiramente alguns avisos, gostaria de pedir LIK+FAV. Se eu apagar não se preocupe, eu irei repostar, provavelmente terei tomado Strike, apesar de que a Bethesda não é tão fresca assim. Irei seguir a ordem cronológica de lançamento, apesar de que alguns games mais recentes se passam antes de outros, mas vou tentar deixar tudo bem esclarecido, pois essa saga tem uma história extremamente complicada e vamos lá.
The Elder Scrolls:Online-1 e 2 pra download
Além destes jogos, foram adicionados outros que, não sendo RPG's para computador, têm o mesmo universo do jogo:
§  An Elder Scrolls Legend: Battlespire (1997)
§  The Elder Scrolls Adventures: Redguard (1998)
§  The Elder Scrolls Travels: Dawnstar (2003)
§  The Elder Scrolls Travels: Stormhold (2004)
§  The Elder Scrolls Travels: Shadowkey (2004)
§  The Elder Scrolls: Oblivion Mobile (2006)(Considerados Spin-Off pela própria Bethesda)

Alguns itens que envolvem todos os games da saga falarei agora, ou no final, após Skyrim, pois são dados válidos para todos os games. Basicamente a saga se passa no “Reino de Tamriel” e tem uma história tão complexa quanto a nossa que conhecemos, o que torna esses games fodas pra caralho fazendo a gente começar a acreditar nessa porra mesmo cara, tive tanta dificuldade em entendê-la quanto tenho em aprender história e geografia na escola. Claro que há algumas contradições devido a nenhuma história ser perfeita, como por exemplo: A cidade de Riverwood aparece em Cyrodill praticamente em todos os games, mas no 5º ela se encontra em Skyrim. São coisas bem básicas mesmo, então vamos pra análise do primeiro game: The Elder Scrolls: Arena.
The Elder Scrolls:Arena
Produzido pela Bethesda Softworks que na época ainda não era nada, foi lançado em 1994 e é o primeiro de muitos games da saga The Elder Scrolls.
A história do game é bem simples, porque como sempre falo nessa época história ainda não era a coisa mais importante em um game, porém ela se torna mais complicada no decorrer do game pelo fato de ele ser um RPG. A história é contada em apenas 10 main quests que são até básicas porém já era alguma coisa em 1994. Você começa perdido e tem que percorrer o “Reino de Tamriel”, que é gigantesco, mas claro que está desproporcional ao que é considerado hoje. O seu grande objetivo é conseguir o “Staff of Chaos” para poder resgatar o verdadeiro imperador e restaurar o império. Tudo isso porque o Imperador Uriel Septim VII é traído por um BattleMage Imperial chamado de Jagar Tharn e aprisionado pelo mesmo em um outro reino.
A jogabilidade do game é de um tipo que não me agrada pois ela não utiliza o WASD para se movimentar e sim os cantos da tela, vc leva seu mouse até lá e vai aparecer a ação a se fazer, então esse game pode ser considerado um Point-n’-Click. Mas não é isso que importa. Então o game é um RPG então tem crafting de  itens, livros relativamente com conteúdo, entre outros itens comuns em RPG’s. Esse game revolucionou pelo fato de que ele foi um dos pioneiro em conter classes, raças e atributos, de uma forma funcional que realmente alterasse no dercorrer do jogo. Basicamente quando você escolhe a sua província, você automaticamente escolheria sua Classe. As classes e suas províncias correspondentes eram: Black Marsh/Argonian (Lagartixa)       Elsweyr/Khajiit (Gatos insuportáveis)          Hammerfell/RedGuard      HighRock/Bretão
Morrowind/Dark Elfo          Skyrim/Nórdico        Summurest Isle/High Elfo   Valenwood/Wood Elfo
E isso influenciava em quais atributos você teria já de início, sua especialidade e sua maior dificuldade. Nesse game você começa com alguns pontos adicionais pra colocar em qual atributo achar melhor. Tinha também customização de Caractere, que é bem podrão mesmo, só dava pra mudar o cabelo e a cor da pele e só. Além das 10 main quest haviam 7 tipos de quest alternativas, se tratavam basicamente em escoltar alguém, matar, defender, capturar, resgatar, ou levar uma “encomenda” de um lugar pra outro.
Os gráficos misturam elementos 2D e 3D, pq tipo os cenários eram em 3D, mas os inimigos, os NPCs, as árvores e etc, são em 2D e “giravam” pra vc de acordo com o ponto de vista que você olhava pra tal objeto.
O áudio do game é extremamente simples e os barulhos dos monstros são repetitivos e irritantes. A trilha sonora do Game é inexistente, literalmente não há trilha sonora.
Seguindo a lógica chegamos agora em: The Elder Scrolls II:DaggerFall
Lançado em 1996 o game não apresentou grande evolução em relação ao game anterior, porém agora a Bethesda, que ainda produzia o jogo estava dando mais atenção para a saga pois após o sucesso do primeiro game, ela conseguiu enxergar um grande futuro nesse RPG.
O game ainda se passava no Continente de Tamriel, que agora era chamado de continente, finalmente eles notarão que essa parada era grande demais pra ser apenas um Reino. Nesse game diferente do primeiro, você podia transitar em apenas 2 das províncias contidas nesse continente: High Rock e HammerFell. A então quer dizer que o mapa tá menor que o game anterior? pq lá podia transitar no Reino inteiro. Claro que não, muito pelo contrário, esse game tava muito maior com cerca de 161k Kilômetros Quadrados Reais, claro que tinha a parte Pre-Setada e o restante era gerado automaticamente, possuía muitas cidades e mais de 15k dungeons geradas automaticamente.
A história do game tava mais complexa, e uma prova disso é que ela apresentava 6 finais, o que era algo inovador pra época, e o melhor de tudo é que nossas escolhas influenciavam demais sobre nossa índole e sobre nosso final. Basicamente você começa em DaggerFall, uma cidade situada na província de High Rock, você tá lá a pedido do imperador que tem dois trabalhos pra você, primeiro: Ele quer que você liberte a alma de um falecido rei Laysandus. E em segundo lugar ele quer que você recupere uma carta da mãe desse rei que você deve libertar que indica onde está a Mandella, e o que esse bagulho faz? Cara, falar isso é dar Spoiler demais, porém jah vou falando que: os seis finais se baseiam em quem vc vai dar ou utilizar essa Mandella, portanto escolha com sabedoria, pq apesar de ser o final do game, isso ainda vai influenciar em seu futuro.
A jogabilidade do game agora flui melhor é um game onde as coisas acontecem mais freneticamente que o anterior, até pq com um mapa desse tamanho não podia continuar com aquela lerdeza. Algo que o game manteve pra todos os TES foi alguns sistemas, que não citei no primeiro game pra que a análise não ficasse só naquele jogo. Os games apresentam um sistema de Rest(Explica o que é REST), sistema de descanso(Explica o que é DESCANSO), sistema de LV. Up obrigatório para todo RPG, sitemas de Forja, empregos e guildas(esses dois últimos falarei mais no último game pois nele está mais aperfeiçoado). Entre outros esquemas que falarei mais a frente em outros games.
Os gráficos do game melhoram bastante, ainda misturava elementos 2Ds com 3Ds porém os monstros e NPC’s estavam muito mais bem detalhados, e agora a visão tava muito mais limpa, sem aqueles menus na frente.
O áudio do game continuava simples, porém agora a trilha sonora do game era presente, eles foram criticados por isso e criaram vergonha na cara, a trilha era simples, nada memorável mas jah era um começo.
Sei que já falei inúmeras vezes nessa análise que a sag TES foi uma que revolucionou bastante porém nenhum outro game da mesma, revolucionou tanto quanto The Elder Scrolls III:Morrowind certas pessoas até hoje consideram melhor que Skyrim e Oblivion que são seus sucessores. Ele revolucionou não somente pra saga quanto para a indústria dos games, pois trazia muitas novidades. Foi lançado em 2002 pra PC e Xbox, contava com duas expansões: Tribunal, lançada no mesmo ano, esse é o motivo pra fãs dizerem que Morrowind é o melhor, essa expansão acrescentava tanta coisas que parecia outro jogo, entre esse itens, tinham novas armas, armaduras, quests, mapas e até uma nova história. A segunda expansão é Bloodmoon, lançada em 2003, era tão completa quanto, Tribunal, adicionava mais coisas ainda para o game dentre os itens que citei em tribunal.
A história do game se passa na Ilha de Vvardenfell, um distrito na província de Dunmeri, em Morrowind, e é uma história relativamente complexa, tanto é que se estende por mais dois games, Oblivion e Skyrim. Lembra que falei na análise do DaggerFall, que era bom você escolher um dos finais com muita sabedoria pq ia influenciar no seu futuro? Então agora, você “diria” ao game qual final você escolheu, e essa sua escolha jah ia mudar o curso da sua história desde o início do game. A história começa com a figura do imperador Uriel Septim VII, te eviando para Morrowind para completar uma profecia e se tornar a encarnação de um herói há muito tempo morto. Você fica nas mãos de um servo do imperador na região, após o acontecimento relacionado a um barco(sem mais Spoilers). Ele te manda em várias missões, nas quais você descobre evidências de que o imperador acredita que você é o “Incarnate”, a incarnação do antigo herói Nerevar, e também que a Sixth House e Dagoth Ur estão por trás de uma neblina supernatural, a blight, que pretende destruir toda a vida em Morrowind.
A jogabilidade do game foi mantida com algumas pequenas grandes modificações, o mapa agora era de tamanho fixo, ou seja, bem menor que o dos games anteriores que eram gerados automaticamente, a Bethesda, o sistema de classes foi ampliado e melhorado agora você tem cerca de 21 classes, cada uma com suas habilidades majoritárias e minoritárias das quais você deveria dar mais ou menos prioridade respectivamente. O sistema de guilda também foi ampliado mas vou deixar esse assunto para o último game como já falei. O sistema de combate agora era considerado perfeito e tinha uma gigantesca variedade de armas e etc.
O gráfico, era somente em 3D. E foi bastante elogiado pelo fato de que tinha tudo pra época, detalhes, texturas, modelagem, iluminação desing das armas armadura e até a arquitetura que faz grande referência a realidade, em relação a época em que o game se passa.
O áudio do game estava simplesmente épico, o barulho dos monstros e personagens eram variados, a trilha sonora apresentava ótima composição em ótimas situações, resumindo esse game é ótimo.
The Elder Scrolls IV:Oblivion
O game começou a ser desenvolvido, ainda pela Bethesda, logo após o lançamento de Morrowind, cerca de 1 mês e meio de descanso e já começaram a produzir outro game, este, que foi lançado em 2006 para PC, 360 e PS3, ou seja, 4 anos dedicados a um só jogo, então é de se esperar muita coisa, certo?
Esse game contava com uma expansão e um plugin considerado pela Bethesda Plugin, mas por fãs uma expansão pelo fato de acrescentar e corrigira várias coisas. Mas então o plugin jah foi lançado em 2006, ano do lançamento, e como jah falei veio tanto pra corrigir bugs, quanto para acrescentar coisas, esse se chamava Knight of the Nine. A expansão oficial, se chamava Shivering Isles, essa prometia acrescentar mais de 30 horas de games, não posso vos comprovar isso pois não joguei muito dela, porém lendo comentários sobre ela, descobri que pode ultrapassar essa quantidade de tempo de entretenimento, ela foi lançada em 2007 e trazia um jogo praticamente novo, uma nova história com novos itens com novo mapa, com novo tudo.
O game se passa somente na província de Cyrodill, onde está contida a Imperial City, ou seja, a “capital” do reino de Tamriel. A história é basicamente a seguinte: depois do misterioso assassinato do Imperador, Uriel Septim VII, o trono de Tamriel permanece vazio. Com o Império à beira do desmoronamento, os portais de Oblivion são abertos, e Daedras marcham sobre o solo de Tamriel - deixando um rastro de destruição por onde passam. Para lutar contra esse mal, o jogador deve achar o herdeiro perdido para o trono e esclarecer a sinistra conspiração que ameaça destruir toda Tamriel. Como sei que quem não jogou o game não vai entender o que é o Oblivion, eu explico: Ele é basicamente um mundo paralelo, que me lembra muito a retratação do inferno que temos em nossa cultura, é o nosso mundo só que quando você atravessa o portal tem o mesmo mundo de uma forma similar só que totalmente destruído, os castelos as ruínas e tudo pegando fogo, nas primeiras quest um de seus objetivo será passar por um portal e busca um Rei Daedra que são mais ou menos os reis desses infernos, esse portais, quando de main quests, são abertos em locais específicos, porém será relativamente fácil você encontrar um caso sai andando sem rumo em meio as florestas, esse aleatórios você entra se quiser e mata geral se quiser.
A jogabilidade do game não foi muito alterada, só foram acrescentada novas classes, itens armas, guildas e etc. Oblivion tem um estilo muito “livre” de jogo. A quest principal pode ser adiada ou ignorada enquanto o jogador explora o enorme mundo, que consiste de aproximadamente 40 quilômetros quadrados, completando mais de 200 quests secundárias, interagindo com NPCs e desenvolvendo o personagem de acordo com seu próprio gosto. Muitos dos inimigos, quests, e tesouros se tornam mais difíceis cada vez que o jogador sobe de level. Porém, o nível de dificuldade pode ser ajustado. Agora prestem atenção porque vou dar uma dica válida para 3 games: Morrowind, Oblivion e Skyrim, pq só pra esses? Porque eles tem um sistema de guilda única, e resolvi falar em Oblivion pq foi nele que eu desenvolvi esse método de burlar o jogo. Essa é uma forma legal, porém demorada de enriquecer dentro dos games consiste basicamente em: Vamos supor que você é um guerreriro, então alie-se a guilda dos guerreiros permanentemente, porém você deve se aliar também a guildas que não são de vosso interesse, como guilda dos magos, ladrões assasinos e etc. Porque? Para que você possa pegar qualquer item sem ter culpa. Eu por exemplo, entrei na guilda dos magos que é a que contém mais dinheiro envolvida, esvaziei  minha mochila, “roubei” todos os livros, potions, comida, itens, bastões de magia, roupas, enfim, tudo. Depois vendi pra um único vendedor/comprador, e porque que eu vendi só pra um único, pq nesses games agora tinha um sistema de afinidade, quanto mais você puxava o saco de alguém, mais chaces você tinha de se tornar amigo dessa pessoa, conseguir favores, ou comprar coisas mais baratas com ela. E como em cada cidade tinha uma “central” de guilda então da pra ficar rico fácil fácil no game. E o que fazer com tanto dinheiro? Simples, o game também continha um sistema de venda de casa, basicamente uma em cada cidade, pra conseguir algumas, bastava pagar outras tinha que ter afinidade com o “rei” da cidade e outras tinha que fazer favores, quest pra ser mais preciso. Outras você compra a casa, e faz as quest depois que foi o meucaso, fui lá inocentemente achei uma verdadeira mansão baratíssima nem me importei em saber o porque, quando comprei que fui pra lá dormir, tranquilo, porém quando acordei tinha 20 fastama fucking fantasmagórico, e começaram a me bater até eu morrer, depois fui perguntar pro cara  que me vendeu a casa o porque dos fantasmas ele me disse que no porão tinha um portal pra inferno. PORRA! Tu só vem me falar agora seu filha da puta. Aff mas então só acrescentar aqui pra fechar esse game, a física do game estava muito boa, tipo a fecha sofria alteração pelo vento e pela gravidade.
Os gráficos tiveram poucas alterações mas mesmo assim era muito bonito pra época pois contava com novas engines que simulavam muito bem folhagens e líquidos.
O áudio do game manteve-se épico, as trilhas sonoras tão muito boas e o barulho das armas armaduras e dublagem tão execelente
The Elder Scrolls V:Skyrim
Lançado em 11/11/11 também pela Bethesda, é o mais recente The Elder Scrolls esse game não continha patchs ou expansões oficiais, apesar de que recentemente recebeu um UPDATE que acrescentava combate montado, que por sinal é horrível, ente outras putarias. Esse game apesar de não ter MODS oficiais, levou aos fãs a Engine do Game, ou seja, qualquer um podia se tornar um criador de mods pra esse jogo. A alguns que se destacaram tanto que a Bethesda contratou os desenvolvedores, e agora os Mothefuckers estão trabalhando no próximo game da saga.
A história do game se passa duzentos anos depois dos acontecimentos de Oblivion, na província de Skyrim, no norte de Tamriel. A província da início a uma guerra civil após a morte de um de seus reis. Paralelamente, o deus Alduin (Conhecido como "Devorador de mundos”) assume a forma de um enorme dragão, que surgiu para destruir o mundo. O personagem principal, no caso, nós;"Dovahkiin"”DragonBorn”(que traduzido significa Nascidos do Dragão), deve derrotar o dragão Alduin para salvar Skyrim da destruição.
No quesito jogabilidade não vou mais falar do sistema de guilda, pois falei acidentalmente em Oblivion. O game contava agora com um sistema de Companion, basicamente você pode contratar, convocar, chamar, pagar, enfim, de alguma formar trazer alguma pessoa pra acompanhar você em sua jornada, essa pessoa vai atacar quem você atacar e vai fazer o que você mandar, porém em alguns casos, por exemplo Aela(uma das companions) ela se recusa a roubar qualquer coisa que você mandar, porém com o resto, faz tudo mermo. Você pode legalmente ter somente um companion, porém a uma forma bem fácil de você ter várias pessoas em sua party. Basicamente pra bugar isso, faça o seguinte, quando você tiver que acompanhar alguma pessoa até a algum lugar, simplesmente não leve ela até lá, claro que se a pessoa não lutar, ou for de Main Quest você vai ter que se livrar dela de alguma forma.